«Bom Mestre, que hei-de fazer para alcançar a vida eterna? «Porque Me chamas bom? Ninguém é bom senão Deus».

Este foi o início do diálogo entre o homem e Jesus. O homem sentia que era cumpridor, desde a juventude, de todos os preceitos, como: «Não mates, não roubes, não levantes falsos testemunhos, não cometas fraudes; honra pai e mãe», Mas, havia ainda algo mais importante que teria de fazer, para alcançar o que pretendia para si; «vender todos os seus bens» e dar o dinheiro aos pobres. Quando somos muito apegados aos bens materiais, tudo se torna dificil, queremos sempre mais, ficamos cegos e surdos com o que se passa junto de nós: cegos, porque não vemos o nosso irmão junto de nós, passando necessidade de algo que podíamos ajudar e olhamos para o lado. Surdos, porque não ouvimos os brados de quem pede ajuda. Jesus quando visitou o seu povo deixounos um Mandamento muito fote: «Ama o teu irmão como a ti mesmo». Assim, nesta leitura do Evangelho, O Senhor, chama-nos a ter muita atenção, para que estejamos sempre atentos com o que se passa ao nosso redor. Podemos ter de tudo, mas nada nos vale, porque somos vazios (estéreis), Que nos vale muitos bens e muita fé, se não olhamos para o nosso irmão, que nos pede ajuda? É uma fé seca. Convido os irmãos, a lerem leitura P Leitura (XVIII Domingo do Tempo Comum), ” Leitura do Livro da Sabedoria, (Sb7,7 — 11)

José Ribeiro da Silva