Deus que vens de Deus,
horizonte da nossa linguagem e do nosso desejo
Deus que anunciamos
na espessuara do que em nós é riso
e choro, ao mesmo tempo infiguráveis
Deus, instante fugaz
da sede e da fome saciadas, diferidas
que descubramos no corpo dos outros
os traços do bem que procuramos e perdemos
que a nossa vida te reconheça
pela maneira como por ti se vê reconhecida
na teia do que passa e permanece,
tu que és aquele que há-de vir,
e Deus connosco.
Fr. José Augusto Mourão
Virtude – As Boas Obras “Se a alguém faltar roupas ou alimento e algum de vós lhe disser: ide em paz, aqueceivos e fartai-vos, mas não lhe deres o necessário para o corpo, de que lhe aproveitará? Assim também a fé: se não tiver obras, está morta.” (Tg.2,15) Amanhã vou ajudar a preparar o Natal de alguém que precise ou que não o possa fazer sozinho.
Virtude – A Generosidade “Dá a quem te pede, e não voltes as costas a quem deseja que lhe emprestes.” (Mat.5,43) Vou pensar em alguma coisa que possa dar a alguém que precise e amanhã vou oferecer-lhe a minha ajuda.
Fonte: O Regedor
https://oregedor.wordpress.com/2014/12/23/natal-deus-que-vens-de-deus/