Neste Domingo, comemora-se o Dia das Mães em todo o mundo. É vulgar afirmar-se que o “dia da mães é todos os dias e não só no dia das mães” devemos celebrar este dia ao lado das nossas mães (sejam elas de sangue ou não). Mais do que um costume, é um momento único que devemos comemorar. E é também neste dia que muitos de nós se lembram com carinho e saudade das mães que já não estão presentes, e uma que não deve ser esquecida e sempre celebrada como exemplo é Maria, mãe de Jesus.
Seu amor incondicional, a sua ternura, a sua força e fé nos mostra o quanto podemos suportar perante as aflições da vida e o quanto é acto de ser mãe por ser uma dádiva de Deus. Maria não é só mãe de Jesus, mas também mãe da Igreja Católica. Acompanhou seu filho do primeiro até o último dia de sua vida e sempre esteve no seu coração nos momentos mais difíceis da sua jornada.
O próprio Papa João Paulo II citou Maria na Carta às Mulheres como a maior mãe de todas justamente pelo acto de ter ajudado a Igreja e a humanidade a viver para Deus. Ela foi a escolhida para carregar no seu ventre o nosso Salvador, anunciado pelas doces palavras do Anjo Gabriel:
“Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendito é o fruto do teu ventre, Jesus”, que até hoje são reproduzidas por nós ao rezar o terço ou fazer uma simples oração.

