(Ecclesia) – O Papa desafiou cada pessoa a colocar a tónica na busca do “bem-comum” e da “fraternidade”, pois só assim será possível abrir caminho para “uma paz duradoura” e para a resolução das injustiças do mundo.

Antes da recitação do Regina Coeli, na chamada ‘Segunda-feira do Anjo’, Francisco lembrou todos quantos hoje sofrem com situações de “guerra” e “pobreza”, “corrupção” e  de “criminalidade”.

Recordou ainda as pessoas que actualmente vivem “sequestradas ou injustamente privadas da liberdade”, para que “sejam libertadas e possam regressar às suas casas”.

O Papa argentino acentuou que “a Páscoa de Cristo fez explodir no mundo a novidade do diálogo e da relação”, uma mudança que cada cristão deve hoje continuar a tomar para si como “uma responsabilidade”.

Nesse sentido, Francisco frisou a importância de ninguém se “fechar” no seu “mundo privado”, no seu “grupo”, mas trabalhar sempre em ordem ao “bem comum” e “tomar conta dos mais frágeis e marginalizados”. “

Só a fraternidade pode garantir uma paz duradoura, pode esconjurar a pobreza, pode apagar as tensões e as guerras, pode extirpar a corrupção e a criminalidade”.