‘- Que seja um dia dedicado à “celebração, reflexão e divulgação da Palavra de Deus” (AI 3), para que possa “fazer crescer no povo de Deus uma religiosa e assídua familiaridade com as sagradas Escrituras” (AI 15).

– Que na celebração eucarística, se possa “entronizar o texto sagrado, de modo a tornar evidente aos olhos da assembleia o valor normativo que possui a Palavra de Deus” (AI 3).

– Que se faça todo o esforço possível no sentido de “preparar alguns fiéis para serem verdadeiros anunciadores da Palavra com uma preparação adequada, tal como já acontece habitualmente com os acólitos ou os ministros extraordinários da comunhão” (AI 3).

– Que os catequistas, atendendo ao ministério que desempenham de ajudar a crescer na fé, “sintam a urgência de se renovar através da familiaridade e estudo das Sagradas Escrituras, para que possam promover um verdadeiro diálogo entre aqueles que os escutam e a Palavra de Deus” (AI 5)

– “Que se promova uma difusão mais ampla da lectio divina para que, através da leitura orante do texto sagrado, a vida espiritual encontre apoio e crescimento” (MM 7)

– Que haja especial cuidado na preparação da homilia e na sua proclamação. “Comunicar a certeza de que Deus nos ama não é um exercício de retórica, mas condição de credibilidade do próprio sacerdócio” (MM 6). Por isso, é preciso dedicar o tempo conveniente à preparação da homilia. “Nunca nos cansemos de dedicar tempo e oração à Sagrada Escritura” (AI 5).